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Pernambuco tem receita de R$ 17 bilhões

Publicado em 22/06/2014, às 14h00

O balanço orçamentário do Estado, referente ao primeiro quadrimestre deste ano, revela um cenário de crescimento otimista para um ano considerado atípico com implicações diretas na economia. Com ma receita corrente líquida de $ 17,6 bilhões e dívida consolidada em R$ 7,9 bilhões, Pernambuco é um dos poucos estados com boa “saúde financeira”. A arrecadação do imposto sobre Circulação de mercadorias e Serviços (ICMS), considerado o principal tributo estadual, por exemplo, teve um incremento de 10,5% comparado ao mesmo período de 013, ultrapassando R$ 4 bilhões, quase 30% do esperado para este ano.

De acordo com os dados divulgados ontem, pelo secretário da Fazenda de Pernambuco Sefaz-PE), Décio Padilha, a arrecadação do ICMS teve um crescimento nominal de 41,6% de 2006 até o ano passado. No mesmo período o Índice Nacional de Preços ao consumidor Amplo (IPCA) foi e 45,9%, dando ao Estado um aumento real de mais de 95% no acumulado do tributo. Somado ao ICMS, o Fundo de Participação dos Estados (FPE) é responsável por 62% da receita estadual e essa transferência de recursos da União também cresceu, de janeiro a abril deste ano houve um incremento de 14,1% em relação ao primeiro quadrimestre de 2013.

As operações de crédito também foram destaques no primeiro balanço do governo, com R$ 505 milhões executados. “Temos um aumento de mais de 685% que nos ajudou a compensar a queda na transferência de capital, que são aquelas provenientes de parcerias coma União. No final obtivemos um resultado positivo”, afirmou Décio Padilha.

Já os investimentos somaram mais de R$ 970 milhões no primeiro quadrimestre. “Esses números mostram que Pernambuco segue firme entre os estados que mais investem. Ano passado fomos o quarto do País e o primeiro do Nordeste. Além disso, somos o segundo colocado com a aplicação de 22% da receita líquida em investimentos”, comemorou Padilha.

DESPESAS - O crescimento dos gastos mais uma vez superou o aumento da receita. Enquanto o cofre do governo teve um incremento de 11,9% nos primeiros quatro meses de 2014, as despesas superaram 17%, em relação ao mesmo período do ano passado. “São despesas boas, se analisarmos os números vemos que houve aumento de despesas de capital, que significam investimentos e inversões que vão gerar benefícios para a sociedade”, ponderou Padilha.

Depois de fechar 2013 com uma dívida de R$ 9,06 bilhões, o primeiro quadrimestre de 2014 registrou R$ 7,9 bilhões, ou seja, 45,27% da receita corrente líquida, permanecendo abaixo do limite legal que é de 49%.

As informações são da Folha de Pernambuco.
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