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Após morte de criança, polícia permanece em Amargosa (BA) por tempo indeterminado

Publicado em 18/07/2014, às 02h00

População colocou destruiu delegacia, liberou presos e colocou incêndio em veículos.
(Foto: Amargosa News)
Os efetivos das polícias Civil e Militar deslocados para a cidade de Amargosa, no Recôncavo baiano, não têm data para deixar o município. A informação é do secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, que, na companhia do delegado-geral da Polícia Civil, Hélio Jorge, e do comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, acompanhou nesta quinta-feira (17) as ações empreendidas para restabelecer a tranquilidade na comunidade. Cem policiais vão permanecer na região. 

O secretário informou também que a Delegacia Territorial (DT) de Amargosa receberá um reforço no efetivo de seis investigadores, e a Companhia da Polícia Militar terá mais 16 soldados. Dos 14 presos que estavam na carceragem da unidade, libertados por homens armados, dois foram recapturados algumas horas depois e três se apresentaram espontaneamente à polícia, na tarde desta quinta-feira (17).

Os mesmos homens armados teriam incendiado 18 veículos, entre os quais um ônibus e um caminhão. Três carros foram danificados na região central da cidade e os demais estavam estacionados nas proximidades da delegacia. A perícia estima que 40 motocicletas, resultado de apreensões, foram queimadas no pátio da unidade policial.

O prédio que abrigava a delegacia ficou destruído e há risco de desabamento. O diretor do Departamento de Polícia do Interior (Depin), delegado Moisés Dasmaceno, informou que um novo local será definido para o funcionamento provisório da unidade. A Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) já iniciou a reforma do prédio e a estimativa é que os serviços sejam concluídos em até seis meses.

Vandalismo

O incêndio e a invasão da unidade ocorreram em meio a um protesto realizado por familiares de uma criança que acabou morrendo após ter sido baleada durante confronto entre policiais e um traficante, no bairro Catiara, na cidade. Solidário com a dor dos familiares da vítima, Maurício Teles garantiu que cobrará urgência na apuração dos fatos e responsabilização dos culpados pelo crime. 

Um grupo formado por homens armados e encapuzados se infiltrou na multidão e iniciou os atos de vandalismo. A polícia apura a informação de que o grupo era formado por traficantes que aproveitaram a confusão para libertar um comparsa custodiado na carceragem da delegacia.

As informações são da secom/BA
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