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Para Lídice da Mata, promover "revolução na educação" terá impacto na segurança

Publicado em 10/07/2014, às 18h08

Lídice da Mata é candidata ao governo da Bahia Pelo PSB (Foto: Divulgação)
Transformar a Bahia no estado com o maior número de escolas de tempo integral do país é um compromisso da candidata a governadora da Bahia Lídice da Mata, da coligação Um Novo Caminho para a Bahia (PSB-Rede, PSL e PPL). Em entrevista à Rádio Tudo FM, Lídice destacou que o principal objetivo com esta política é reduzir a evasão escolar e o índice de repetência - indicadores em que a Bahia se encontra na última posição no país -, além de colocar a Bahia dentro das metas de desempenho do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

“É uma herança maldita que o governo Wagner pegou e não conseguiu superar. Temos que recuperar a capacidade de deixar o jovem na escola, ele entra de manhã e sai no final da tarde, tendo acesso ao conhecimento formal, à pratica esportiva, a cultura, lazer e divertimento”, defendeu a candidata.

Ela lembrou ter sido a primeira prefeita do país a ter instalado internet em uma escola pública, quando comandava a prefeitura de Salvador; além de ter incluído a inclusão digital em todos os cursos da Fundação Cidade Mãe. “Hoje, vinte anos depois, isso está muito mais acentuado. Se não tivermos capacidade de dar aulas com uma interatividade, não teremos capacidade de atrair esse jovem para permanecer na aula”, completou

Para Lídice, a presença dos jovens nas escolas terá forte reflexo social. “Hoje, há milhares de jovens que não estão nem no emprego, nem na escola. São vulneráveis à ação da criminalidade, que é quem lhe estende a mão. Temos que fazer da escola um espaço que não seja vulnerável à ação da criminalidade, onde o jovem não esteja disponível tanto para praticar ou ser vítima da violência”, ressaltou Lídice.

Além do efeito imediato de atrair os jovens para as salas de aulas, a longo prazo uma revolução na educação terá reflexos ainda maiores na redução da criminalidade. “Temos que diminuir o desejo de se cometer o crime, e isso não se resolve com polícia. O criminoso que quer assaltar no máximo muda de rua quando vê um policial. O desejo do crime deixa de existir quando existe projeto de vida, que só se vislumbra quando há igualdade de condições de disputa com o jovem da classe média”, completou a candidata.

As informações são da assessoria.
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