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Projeto de Gonzaga Patriota que dá nome de Mansueto de Lavor a prédio da Univasf é aprovado por Dilma

Publicado em 24/07/2014, às 22h33

Projeto é de autoria do deputado Gonzaga Patriota. (Foto: Divulgação)
Foi sancionado, na quarta-feira (23), pela presidenta Dilma Rousseff o Projeto de Lei 4314/08, de autoria do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), que dá o nome do ex-deputado e ex-senador pernambucano Mansueto de Lavor ao edifício da administração da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina (PE).

Segundo o deputado, “a aprovação dessa proposição será uma maneira de mantermos na lembrança das gerações atuais e futuras o grande papel que Mansueto de Lavor teve na construção de uma sociedade melhor”.

E completou: “A história de um homem como esse não pode ficar esquecida. É por essa e por outras razões que apresentei este Projeto de Lei, a denominação do edifício- sede da Universidade Federal do Vale do São Francisco com o nome desse ilustre filho do Nordeste brasileiro. Esta é uma maneira de reconhecer seu trabalho e a coragem e o vigor com que esse guerreiro de tantas causas e de tantas batalhas decidiu passar sua vida, lutando em prol da fé cristã e da justiça entre os homens. Além disso, Mansueto foi um dos maiores defensores da implantação da Univasf no Vale do São Francisco”, relatou Patriota.

Gonzaga Patriota apoiou a emenda de bancada que alocou, nos anos de 2007 e 2008 o valor de mais de R$ 20 milhões e R$ 11 milhões de reais, respectivamente, para a implantação da infraestrutura física da Universidade. Já as emendas individuais do parlamentar, foram destinadas para reformas, aquisição de equipamentos e funcionamento da Univasf, totalizando R$ 1 milhão e trezentos mil reais.

Mansueto de Lavor foi deputado estadual, federal e senador constituinte. Nas discussões de elaboração da Constituição ele votou a favor de temas como a jornada semanal de 40 horas, o turno ininterrupto de seis horas, a unicidade sindical e o voto aos 16 anos. Posicionou-se contra a pena de morte, a limitação do direito de propriedade privada, o aborto e o presidencialismo.

Lavor também coordenou movimentos de educação de base, foi professor colegial e de faculdade e assessor jurídico da Federação dos Trabalhadores na Agricultura em Pernambuco. Ele era padre e atuou na diocese de Petrolina de 1961 a 1982. Publicou oito livros. Morreu de câncer do pulmão em agosto de 1998, aos 67 anos.

As informações são da assessoria do parlamentar.
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