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Bahia cai quatro posições no ranking de competitividade dos estados brasileiros

Publicado em 06/08/2014, às 06h52

Na propaganda do governo estadual, a Bahia vem crescendo, ganhando mais espaço na economia nacional e está cada vez mais atraente para os investidores. Na vida real, porém, a situação é bem diferente. Um estudo produzido pelo Centro de Liderança Pública e o Economist Intelligence Unit mostra que entre 2011 e 2013, a Bahia foi o estado que caiu mais posições no ranking nacional de gestão e competitividade.

O estudo, intitulado “Ranking de Gestão e Competitividade dos Estados Brasileiros 2013”, posiciona a Bahia em 13° lugar no ano passado. O resultado representa uma queda de quatro posições em dois anos, situando a Bahia, junto com o Maranhão, como o estado com pior desempenho. Em 2012, a Bahia ocupava a 11ª posição e, em 2011, estava na 9ª colocação. Entre as 27 unidades da federação, somente oito -incluindo a Bahia - perderam posições entre 2012 e 2013.

A análise leva em consideração itens como ambiente político e econômico, regime tributário, política voltada ao investimento, recursos humanos, infraestrutura, inovação e sustentabilidade. A pontuação da Bahia caiu ou permaneceu estável em praticamente todos os itens. O desempenho desde 2011 levou o estado a ser ultrapassada no ranking por Amazonas, (12° em 2013), Mato Grosso (11º), Goiás (9°) e Mato Grosso do Sul (8°).

Ambiente político – Na Bahia, o item com pior desempenho e que mais conduziu à queda foi o “Ambiente Político”. Esse critério analisa questões como a segurança do ambiente político para o investimento, a burocracia e a corrupção, por exemplo.

No item “Ambiente Político”, o Estado o estado ocupava a 13ª posição em 2011. Conseguiu uma importante melhoria em 2012, quando evoluiu para o 7° lugar. Porém, em 2013, o estado caiu 13 posições, ficando no 20º lugar, atrás de estados como Roraima, Rondônia, Tocantins, Acre, Pará, Amazonas, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Ceará, por exemplo.

Outro item em que o estado tem desempenho ruim é a “Infraestrutura”. Atrás de estados do Nordeste como Sergipe, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, a Bahia ficou abaixo da média nacional no quesito, ocupando a 15ª posição. Em 2011, o estado era o 14º colocado. Conseguiu evoluir para o 7º lugar em 2012, mas voltou a cair e perdeu espaço em 2013. 

De 2012 até o ano passado, a Bahia também piorou o desempenho em itens como Regime Tributário e Regulatório (caiu da 4ª para a 8ª posição), Política Voltada ao Investimento (da 5ª para a 9ª) e Recursos Humanos (9ª para a 10ª). 

Propostas – Para aumentar a competitividade do Estado, o PSB propõe o combate à corrupção com pulso firme, a celeridade na execução das obras de infraestrutura e a dinamização das economias do interior.

Sobre o combate à corrupção, a candidata do partido a governadora da Bahia, Lídice da Mata, faz referência à sua própria história para defender a necessidade de enfrentar os desvios de recursos públicos. "Nossa luta contra a corrupção não é uma promessa, é um princípio de vida que está marcado em minha história", afirma.

A infraestrutura é um dos pontos chave para a redução das desigualdades regionais e uma das prioridades do programa de governo da coligação “Um Novo Caminho Para a Bahia” (PSB-Rede, PPL e PSL), encabeçada por Lídice. Ela salienta que obras importantes como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste e o Porto Sul, consideradas essenciais para o desenvolvimento baiano, precisam ser aceleradas, de modo a superar os constantes atrasos verificados em sua execução durante o governo do PT.

As informações são da assessoria de Lídice da Mata.
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