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Candidata ao governo da Bahia, Lídice da Mata condena "retrocesso e entraves" na condução das políticas para o servidor público

Publicado em 05/08/2014, às 12h53

Foto: Divulgação -arquivo
O público que lotou o auditório da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia – Fetrab, na segunda-feira (04), aprovou ao ouvir a candidata ao governo do Estado pelo PSB-Rede, Lídice da Mata, garantir que irá promover a valorização e capacitação continuada do servidor público. E aplaudiu quando a candidata condenou o retrocesso do modelo conservador e elitista praticado na gestão Paulo Souto (DEM) no trato com o servidor público, bem como todos os entraves criados por Rui Costa nas negociações com a classe. “Justamente este que se candidata ao governo do estado pelo PT”, provocou.

Durante a sabatina promovida pela entidade, Lídice assegurou que, ao tomar posse, vai pactuar com os servidores públicos um projeto de governo para a Bahia, abrindo o orçamento para um debate conjunto, tendo o servidor como parceiro das decisões que forem tomadas. Para tanto, a candidata propôs criar a Universidade do Servidor Público, um espaço destinado a proporcionar uma permanente capacitação e requalificação desse trabalhador que representa, em sua opinião, “o maior agente de realização do programa de governo”.

Lídice ouviu dos servidores queixas com relação à situação caótica vivenciada pelo estado, que teria sido provocada pela má gestão, decorrente, sobretudo do descontrole dos gastos públicos, como assinalou o professor e administrador Antonio Ribeiro. Em sua análise, Ribeiro condenou os altos gastos com as contratações via Reda e cargos comissionados, segundo ele, utilizados apenas como moeda de troca durante as eleições.

A candidata disse que vai estabelecer uma negociação pactuada com os servidores a fim de encontrar uma forma de pagar a questão da URV, uma das maiores reivindicações da classe. “URV é uma decisão tomada pela justiça, não há o que se discutir”, disse Lídice, assegurando o seu pagamento de forma parcelada, ao longo do tempo. A candidata creditou ao corporativismo as distorções ocorridas no seio do funcionalismo público, com alguns segmentos tendo regras diferenciadas e mais vantajosas que outros.

Ela afirmou ainda que vai aproveitar os concursados aprovados em certames já realizados pelo estado, sobretudo os agentes de polícia civil, escrivães e delegados, onde há uma grande carência de mão-de-obra. “Vou chamar os concursados que sejam necessários para melhorar o serviço e que o estado possa pagar”, ressalvou, reconhecendo a precariedade dos serviços prestados pelo Estado em todas as áreas.

Por fim, Lídice assegurou que irá diminuir as contratações feitas pelo Regime Especial de Administração (Reda), promover uma maior profissionalização do Estado, discutir a diminuição dos cargos de confiança, além de criar mecanismos para manter no serviço público os servidores qualificados e mais experientes, inibindo assim a sua aposentadoria precoce.

As informações são da assessoria da candidata.
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