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Candidata ao governo da Bahia pelo PSB, Lídice da Mata agradece mensagens de solidariedade

Publicado em 15/08/2014, às 16h38

Lídice se emociona e chora ao falar de Eduardo Campos. (Foto: Manuela Cavadas / Divulgação)
A senadora Lídice da Mata, presidente do PSB na Bahia e candidata ao governo do Estado, ainda sob forte emoção, agradece as milhares de mensagens de solidariedade e apoio vindos de amigos, eleitores, companheiros, colegas, autoridades e gente de todos os cantos do país que, também pelas redes sociais, vêm expressando o carinho e a confiança que tinham por Eduardo Campos, o candidato do partido a presidente da República, falecido precocemente em acidente aéreo na manhã da última quarta-feira, fato que ainda comove o país inteiro.

Lídice embarcou nesta quinta-feira (14) para São Paulo, onde acompanha o andamento da liberação dos corpos de Eduardo Campos e das outras seis pessoas que estavam na aeronave (assessores, jornalistas e pilotos). Amiga pessoal de Eduardo, ela seguirá de São Paulo diretamente para Recife (PE), onde participará do velório e sepultamento do político.

Lídice ausente da festa em Cachoeira

A candidata a governadora Lídice da Mata, do PSB, não estará presente, nesta sexta-feira (15), na festa maior para Nossa Senhora da Boa Morte, na cidade de Cachoeira, no Recôncavo baiano, em razão da trágica e prematura morte do ex-governador Eduardo Campos, que era o candidato a presidente da República pelo partido, ocorrida na manhã da última quarta-feira (13) num acidente aéreo no litoral paulista.

Cachoeirana, Lídice participava todos os anos da festa, sempre presente na missa solene e na procissão. Sua identidade com a Irmandade da Boa Morte vem de longe, fundamentada no respeito e na relação de amizade com as pretas idosas descendentes de escravizados africanos que integram a instituição religiosa e também são ligadas a importantes terreiros de candomblé, casas de nação jêje daquela área do Recôncavo.

“Essas mulheres guerreiras só engrandecem a história de resistência e da preservação de nossas identidades e raízes. Mesmo distante fisicamente, nessa sexta, não estarei afastada, vou estar bem junto de cada uma das irmãs de devoção e, mais que nunca, a lembrança da ‘dormição de Maria’ ganha significado para mim. Que Nossa Senhora da Boa Morte cuide de todos nós”, disse.

A Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, que foi criada ainda nos tempos do Império por negras escravizadas e vinculadas aos templos de matriz africana, é composta por uma confraria de 23 mulheres cujos requisitos são descender dos escravizados e possuir mais de 50 anos de idade.

A festa da Irmandade da Boa Morte, que é reconhecida como patrimônio imaterial da Bahia desde 2010, começa de fato no início de agosto, atinge seu auge entre os dias 13 e 15 e atrai turistas e estudiosos da cultura afrobaiana de outras partes do mundo. Além dos rituais litúrgicos, nas igrejas e terreiros, constam da festa manifestações profanas, com mesas fartas e samba de roda nas ruas.

As informações são da assessoria da candidata.
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