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Médicos de hospitais da região falam sobre cuidados com doenças relacionadas ao tabagismo

Publicado em 29/08/2014, às 23h24

Nesta sexta-feira (29) é o Dia Nacional de Combate ao Fumo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o planeta. A ginecologista e obstetra, Fabíola Leite, do Hospital Dom Malan/IMIP, de Petrolina (PE) e o oncologista, Rodrigo Pinto, do Hospital Regional de Juazeiro/IMIP falam sobre a importância do cuidado, consequências e riscos do fumo.

Durante a gravidez, a mulher que fuma tem o perigo de desenvolver doenças respiratórias, asma, câncer de pulmão, garganta e boca, entre outras. “Na gestação, os sintomas dessas doenças, como a falta de ar, podem se agravar, podendo chegar até quadros de insuficiência respiratória grave. A mãe tabagista tem maior risco de desenvolver abortos e doenças como pré-eclâmpsia, eclampsia, funcionamento inadequado da placenta, descolamento de placenta, trombose venosa (entupimento de veias), entre outras. Para o bebê, as consequências também podem ser graves”, pontua Fabíola Leite.

“Pode acontecer também o crescimento inadequado do feto, diminuição do líquido amniótico, malformações, nascimento prematuro e todos os riscos inerentes à prematuridade e até mesmo o óbito. Após o nascimento, há maior chance de ter problemas respiratórios, que podem chegar à infância e à vida adulta”, complementa a ginecologista.

Já o Centro de Oncologia do Hospital Regional de Juazeiro é referencia no tratamento de diversos tipos de câncer. O oncologista, Rodrigo Pinto, ressalta que pessoas que tem o habito de fumar e convivem com fumantes podem também desenvolver doenças pulmonares, assim como o risco de câncer de garganta, boca, pâncreas, rim, bexiga e pescoço é enorme. “O Fumo também prejudica as pessoas com doenças cardíacas, doenças de vasos sanguíneos, diabetes, pressão alta, colesterol alto e outras. Pessoas que fumam têm maiores chance de desenvolver um câncer quando comparadas com as não-fumantes”, alerta Rodrigo.

“A conscientização para parar de fumar começa pela educação. A partir do momento que as mulheres têm a informação, podem se sentir sensibilizadas a buscar tratamento para abandonar o vício”, finaliza Fabíola Leite.

As informações são da assessoria do HDM.
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