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Paciente do Hospital Regional de Juazeiro supera amputação de membros e realiza exposição para arrecadar dinheiro para auxiliá-lo em sua ida para AACD, em São Paulo

Publicado em 15/08/2014, às 15h38

Diego pintando em telas no Hospital Regional de Juazeiro. (Foto: Divulgação)
Vítima de um choque elétrico durante o trabalho, o auxiliar de serviços gerais, Diego Teles, de 21 anos, teve como sequela a amputação dos dois antebraços. Internado durante 46 dias na Clínica de Queimados, serviço de referência do Hospital Regional de Juazeiro (Gestão IMIP), o paciente iniciou o processo de reabilitação. Com a Órtese que recebeu na unidade, ele aprendeu que pode levar uma vida com independência funcional e descobriu na pintura uma forma de colorir a vida. Durante a manhã desta sexta-feira (15) foi realizada no HRJ uma exposição com os quadros que Diego está pintando. A exposição visa arrecadar dinheiro para auxiliá-lo em sua ida para AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

O trabalho desenvolvido pela Terapeuta Ocupacional do HRJ, Heloisa Helena em parceria com a fisioterapeuta Carla Mesquita é disponibilizada a pacientes internados no HRJ. A atuação das profissionais na unidade define ações que propõe e desenvolve um programa de tratamento que possibilita a melhoria do estado de saúde e de qualidade de vida, capacitando o paciente para adquirir a autonomia necessária para manutenção de sua vida ativa reduzindo ou eliminando os processos de exclusão.

Paciente realiza exposição no HRJ. (Foto: Divulgação)
No caso de Diego, proporcionou a realização de tarefas antes tidas como impossíveis. "As atividades e exercícios terapêuticos propostos têm ainda a função de prevenir deformidades, rigidez e incapacidades físicas para o desempenho das atividades da vida diária, além de promover reeducação sensorial, independência na alimentação, higiene, locomoção e trabalho. "Hoje Diego já consegue vestir-se parcialmente, comer e realizar algumas funções motoras", explica Heloisa. "A órtese que desenvolvemos é apenas uma adaptação temporária, já a prótese que Diego vai receber na AACD substitui o membro", completa.

Agora Diego se prepara para receber a prótese e continuar a reabilitação na ACCD, em São Paulo. Durante a exposição, o paciente vendeu todas as telas e serviu como exemplo de superação para os visitantes. "Logo após o acidente achei que não teria mais como seguir, mas agora sei da minha capacidade em seguir em frente. Quero voltar a estudar e aproveitar minha estadia em São Paulo para fazer um curso de artes", planeja.

As informações são da assessoria do HRJ.
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