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Estudante de Petrolina faz sucesso no tatame e é classificada para Jogos Universitários Brasileiros, mas ainda sofre com falta de patrocínio

Publicado em 25/09/2014, às 23h20

Cynthia Emanuelle e Rinaldo Remígio. (Foto: Divulgação)
A medalha no peito é resultado de mais uma grande conquista: Cynthia Emanuelle, judoca e estudante de Ciência da Computação da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), ganhou medalha de ouro na seletiva estadual dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs). E a boa notícia não para por aí: com o resultado, a judoca foi classificada para a fase nacional da competição, que acontecerá entre os dias 29 de outubro e 9 de novembro em Aracaju, capital de Sergipe. Cynthia foi a única atleta de Petrolina a participar da seletiva, que aconteceu no Recife. No tatame, além das adversárias, a judoca teve que controlar a ansiedade e a pressão das outras torcidas.

“Fui sozinha e fiquei na casa de umas amigas, que também iam competir. Enfrentei duas judocas, uma das Salesianas e outra da Uninassau, instituições conhecidas pelo incentivo ao esporte. No local, as outras torcidas ainda tomaram conta das arquibancadas, mas já fui psicologicamente preparada”, comentou.

A medalha de ouro colocou a Facape no ranking das cinco primeiras instituições pernambucanas classificadas. Para o presidente da autarquia, Rinaldo Remígio, Cynthia é um exemplo para a juventude da região. “Cynthia é uma guerreira e merece nosso apoio. Estamos felizes não apenas por ela levar o nome da Facape para os quatro cantos do país, mas por representar o Vale do São Francisco em competições de alto nível. Isso prova que todo esforço, sacrifício e força de vontade valem a pena e servem de exemplo para os jovens da nossa região”, disse.

Falta de patrocínio

Cynthia tem 19 anos e treina judô há 11. Já foi campeã brasileira regional e possui um estoque de medalhas que já não cabe mais nem no pescoço. No entanto, a atleta enfrenta o mesmo adversário em todas as competições: a falta de patrocínio. “As despesas são muitas e na maioria das competições preciso viajar sozinha, sem o apoio do treinador. Tenho a esperança de que isso mude e as pessoas, assim como os governantes, possam valorizar mais o esporte”, disse. Enquanto o JUBs 2014 não chega, a atleta intensifica os treinos e divide o tempo entre a faculdade e o tatame. “A Facape e Petrolina terão uma campeã brasileira de judô”, garante.

As informações são da assessoria da Facape.
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