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Na Univasf, Curso de Formação de Agentes Populares em Desenvolvimento Ambiental capacita 200 pessoas de municípios do Semiárido

Publicado em 23/11/2014, às 02h24

Fotos: Divulgação
Agricultores familiares, quilombolas, pescadores artesanais e ribeirinhos estiveram reunidos no Espaço Plural da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro (BA), para as atividades do curso de Formação de Agentes Populares em Desenvolvimento Ambiental. Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex), dentro do Projeto Inovando Práticas – Transformando Vidas, o curso foi desenvolvido com apoio do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), Ministério do Meio Ambiente (MA) e parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa – Semiárido). 

As primeiras aulas e oficinas foram realizadas de 3 a 7 e de 10 a 14 de novembro, envolvendo cerca de 200 participantes. Os próximos encontros de capacitação já estão programados para o mês que vem, de 8 a 12 e de 15 a 19, e para janeiro de 2015 nas semanas de 19 a 23 e de 26 a 30. A ação contempla 12 municípios do Semiárido da Bahia e de Pernambuco, com objetivo de estimular a diversificação de culturas, visando à segurança alimentar e nutricional sustentável da população. De acordo com o projeto, também está prevista a implantação, na Univasf, de uma unidade demonstrativa de Tecnologias Sociais para a convivência com o Semiárido, especialmente, as de aproveitamento de água da chuva para os cultivos e as construções que valorizem os recursos naturais.

As ações de capacitação englobam atividades teóricas e práticas, e ao final, os participantes deverão desenvolver projeto em suas comunidades de origem. Para isso, eles contarão com apoio de professores da Univasf e das instituições parceiras. “Aqui eles aprendem políticas públicas para o campo, formação de sociedade, desenvolvimento comunitário, economia solidária, metodologias participativas, até a construção de cisternas e barragens, para que eles desenvolvam em suas comunidades”, explicou a pró-reitora de Extensão e coordenadora do projeto, Lúcia Marisy.

Baseado em modalidade de ensino denominada pedagogia da alternância, uma outra característica do curso, é que o conhecimento científico alia-se às praticas de trabalho, cujo princípio, é a interação dos saberes. O projeto tem duração de 24 meses com encontros de uma semana, a cada mês. Entre os participantes em capacitação pelo projeto, estão representantes de sindicatos de trabalhadores rurais, comunidades quilombolas e movimentos sociais dos municípios pernambucanos de Orocó, Petrolina, Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, e também de Casa Nova, Curaçá, Sobradinho, Sento-Sé, Pilão Arcado, Remanso, Uauá e Canudos, na Bahia.

As informações são da assessoria da Univafs.

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