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Trabalhadores voltam a protestar nas imediações da Fazenda Mariad II, em Juazeiro

Publicado em 04/12/2014, às 13h36
Da Redação

Manifestantes atearam fogo em pneus nas imediações da Fazenda Mariad II. (Foto: Reprodução / Geraldo José)
O clima voltou a esquentar na BA-210, próximo à fazenda Mariad II, em Juazeiro, na manhã desta quinta-feira (04), nove dias após a Justiça cumprir mandado de reintegração de posse da área, que agora pertence a Heverth Alejandro Duran Leal , sobrinho do ex-dono da propriedade, Gustavo Duran Bautista, que foi preso no ano de 2007 com aproximadamente 500 quilos de cocaína escondidos dentro de caixas de frutas produzidas no Vale do São Francisco.

Nesta manhã, os produtores que ocupavam a área voltaram a interditar a via, em protesto contra o novo dono, que ainda não permitiu a entrada dos agricultores para a retirada dos produtos cultivados na fazenda. Apesar do tumulto formado nas imediações da entrada da Fazenda, não foi registrado nenhum incidente grave, assim como não houve embate com a polícia, que foi chamada ao local para tentar controlar a situação.

Sobre a Fazenda Mariad

A Fazenda Mariad pertencia ao colombiano Gustavo Duran Bautista, que, segundo a Polícia, tinha envolvimento com o megatraficante Juan Carlos Ramírez Abadia. Bautista foi preso no Uruguai, no ano de 2007, quando tentava transportar 485 quilos de cocaína para a Europa, dentro de caixas de frutas cultivadas na Fazenda Mariad. Na ação, a administradora da fazenda, a paranaense Adriana Aparecida Rodrigues, também foi presa. Na mesma época, Abadia também foi capturado, em São Paulo. Desde então, a Mariad ficou sem administrador e foi ocupada por trabalhadores rurais sem-terra ligados ao MST.

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